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Desenhos por desenhos.

9 out

Para não perder o ritmo e a prática, fiz desenhos aleatórios também.

Talvez tenha me inspirado na Nicole Kidman.

Essa moça bonita com lábios de cereja (ui!) fiz especialmente para meu cartão de visitas, que ficou assim:

Também fiz um desenho meio dancefloor, meio La Roux:

 

E, por fim, fiz uma caricaturazinha da Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) de Sex and the City:

 

Estou bem animada, os projetos andam a mil!

Vou contando para vocês.

Besos

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O meu processo de desenho

10 set

Escolhi ninguém menos do que o Bane – vilão do blockbuster “Dark Knight Rises” de Christopher Nolan – e sua máscara nada delicada para mostrar a vocês algumas etapas no meu processo de desenhar.

1) Contorno. 2 e 3) Colorização das partes feitas por camadas = cada cor tem uma camada. 4) Ferramenta “Burn” e “Dodge” para sombras, texturas e iluminação. 5) Ausência do contorno inicial, para dar mais realidade ao desenho. 6) Arte final.

 

 

Eu levei cinco horas para terminar o desenho, considerando que houveram algumas pausas durante o processo, e utilizei o Photoshop CS5 para fazê-lo. Escolhi o Bane porque estou novamente obcecada por um vilão de filme de super-herói e porque a máscara foi um verdadeiro desafio, uma vez que é uma engenhoca engenhosa.

E o resultado, em uma melhor visualização, foi esse:

Bane e o olhar que eu mais gosto! Assustado porque the fire will rise!

 

Besos.

 

Evolução.

27 jul

Já mencionei a influência do traço de anime/mangá na minha vida, né?!

Pois é.  Eu tinha uns dois cadernos de dez matérias quando tinha nove anos, e TODAS as páginas deles estão desenhadas (de caneta bic, argh) com personagens de Sailor Moon e Yu Yu Hakusho. Em 1997 as coisas eram assim:

 

 

 

 

Em 2004/2005 e 2007 eram assim:

Hoje:

 

 

 

 

Consegui aprender MUITA coisa sobre pintura digital, mas ainda falta chão para eu chegar em algo que me deixe realmente satisfeita. Além disso, preciso aprender e dominar a técnica de desenhar homens. Eles são muito quadrados (a não ser que eu resolva desenhar o Homer) e sem detalhes, mas isso é só uma desculpa ralé pra eu não colocar a mão na massa (o que pode acabar logo após os créditos finais de Dark Knight Rises).

O que vocês acham da evolução?

Besos!

 

O tempo está gelado!

19 jul

Well, como podem perceber, eu acabei dando um tempo em fazer as minhas amadas tirinhas. É claro que isso não significa que eu nunca mais vou fazê-las, é uma questão de alguns dias somente (ou até que eu receba uma inspiração muito forte).

Quando resolvi fazer esse bluóg, a ideia principal era postar os meus desenhos, para que eu tivesse um lugar só meu onde pudesse aconchegar minhas criações. Mas foi muito além disso, comecei a fazer os quadrinhos e deu super certo, a galera gostou e divulgou e eu fiquei MUITO feliz.

Mas, como o ano tem quatro estações, minha vida anda um pouco conturbada ultimamente (ok, posso desabafar aqui também, né?) e, acreditem, o meu inverno me inspirou para voltar a fazer os desenhos que eu sempre gostei de fazer (pessoas, mais especificamente mujeres).

A bailarina da deprê.

 

Então eu comecei a rabiscar, rabiscar e rabiscar, como se não houvesse amanhã. Tudo seria perfeito se não fosse pelo Windows XP do PC do meu trabalho, que contribui para que os desenhos feitos na Wacom Bamboo saíssem totalmente serrilhados (foi um parto tentar consertar isso). Por fim, às 16h30, minha mão direita doía como se uma tendinite gigante me puxasse pelo braço dizendo “Venha comigo, vamos ser felizes para sempre!”.

 

Campanha da L’Oreal. Só que não.

 

Consegui driblar os serrilhados e fiz dois desenhos que me deixaram feliz. O primeiro expressa como eu estava me sentindo, amuada e tristinha (não sei porque, acho bailarinas encantadoras, lindas e tristes. Muito tristes.). O segundo, com tons de Farrah Fawcett,  mostra que no decorrer do dia fui me alegrando com pequenas coisas, e quando percebi já não estava mais tão tristinha.

De noite a Mãe Foca me buscou e fui jantar com ela para conversar sobre os probleminhas da vida, aproveitando para mostrar os desenhos que tinha feito durante o dia. Ela achou lindo e pediu pra eu fazer um para ela.

 

Patrick Swayze cantaria uma música para essa moça.

 

Aí sim, desenhei no meu notebook, com traços decentes e FINALMENTE com níveis de pressão (agradecimentos especiais ao Guilherme Baldi por me passar links de configuração para traços no pacote Adobe CS5).

O resumo da ópera é o seguinte: estava deprê e produzi bastante. Pode isso, Arnaldo?

Hoje já estou melhor, mais conformada com os fatos, mas ainda ansiando por beber um café gostoso.

Besos.

 

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